Soneto à Bracara Augusta
Os teus sinos que tocam ainda
Carregam toda a tua memória
Antiga, sempre fiel e mui linda
És a cidade de eterna glória
E por mais terras que eu percorra
Eu lembrarei para sempre teu ar
Mas não permita Deus que eu morra
Sem que possa à Braga retornar
É desde Roma que de pé estas
Bracara Augusta, antiga e fiel
À ti, outras são todas modestas
Tu honras tua grande história
Pelos grandes que nas ruas andaram
Nessa cidade de eterna glória