O Soneto da Saudade
Mas bah! As vezes me bate a saudade
daquele a muito conhecido rosto
Como deixava meu coração posto
com uma feliz peculiaridade
De aproveito, vou falar na beleza…
Lembro dos defeitos q’eu tanto amava,
das falhas as quais eu admirava,
de como eu tinha tamanha certeza…
Agora restam só essa tristeza,
a melancolia e essa fraqueza
E ficam esses a implorar piedade:
Coração chorando a triste verdade,
verde do mate de amarga sofrença
Que baita saudade, ó benquerença!