O Soneto de Segunda-Feira
E mais uma vez para ti escrevi
Muito humildemente, um soneto
Rimas pobres e verso imperfeito
Sem conseguir honrar o que em ti vi
Os teus belos traços eu descrevi
Como se fosse eu naturalista
Adorando, me tornei romancista
Rimei "amar" com curvas que entrevi
Eu contei as sílabas em teu nome
No dicionário o procurei
Para ao texto ser divino presente
Seria tão belo este sobrenome
Evocaria glória de rei
E ficou nesse soneto latente