Soneto de uma Carmesim Luísa
O carmesim desta dona guerreira
Me faz pedir irado por um mais
Tempo feliz que não volta jamais
De lenços rubros em nossa fogueira
Eu nem me lembro de quando começa
Ao Outono, ou talvez é sempiterno?
Este tempo deu lugar ao Inverno
Mesmo não sendo coisa que se meça
Em casa as noites são mais geladas
Do que as passadas ao cruel relento
Como foram estas noites ousadas
Pois foi a luísa levada ao vento
Para o púrpura nanquim de baladas
Deixando esse soneto de lamento